Teoria Romanticó-Enzimática Coise.

É isso. Pensar em enzimas não é um ato demasiado nerd para quem me conhece.

Agora, bati fundo quando atinjo o exponencial de nerdice ao associar a bela da actividade enzimática a simples coisas… da vida.

Vá… tenho que confessar que esta teoria teve “uma inspiração” peculiar. Mas isso é segredo.

ALERTA MOMENTO NERD NAS PRÓXIMAS LINHAS!

Para quem não sabe, as enzimas são proteínas que catalisam (que é como quem diz estimulam) reacções químicas que ocorrem nos seres vivos. Simples! Quando estava na faculdade esta definição parecia mil e quinhentas vezes mais complexa…

Ora basicamente e resumidamente, estas coisinhas aceleram reacções que de outra forma seriam extremamente lentas. Um ponto importante mencionar para que tudo isto faça sentido, elas não mudam a sua composição e também não são consumidas. Assim estão sempre prontas para executar o mesmo tipo de reacção várias vezes. E por último, elas encaixam no substrato (composto, coisinha que têm que se ligar) perfeitamente. Como uma chave para uma fechadura.

MOMENTO NERD OFF! Mas se não lés-te as últimas linhas talvez seja difícil perceber o porquê de… Ser-se enzima é que está a dar!

Nossa. Analisemos bem… Todos queremos encontrar a cara metade… A partir de agora… Diremos que queremos encontrar o nosso substrato! Esqueçamos lá isso da cara metade! Claramente não resulta!

Já um substrato… Upa Upa. Encaixa na perfeição.

Quando te cruzas com o substrato a reacção é acelerada de imediato, o que equivale ao blá blá da faísca e cenas no estômago, que às vezes podem apenas ser sintomas de demasiado álcool no sangue.

Mais importante, e apetece escrever isto em letras capitais. Por isso aqui vai:

A ENZIMA NÃO MUDA PELO SUBSTRATO! NEM É CONSUMIDA!!!! Para os mais inteligentes…. Esta dica é incrível não é? Sejam enzimas!

É verdade… Tem que existir um sentido para tudo caríssimos, e para as enzimas é encontrar o substrato para o ajudar… Acelerar uma reacção e encaixar perfeitamente. Não vou falar da frieza do fim do processo, em que a enzima salta para outro substrato porque não é essa a questão. Mas sei que algumas cabecinhas estariam a pensar nisso.

Enzima, sua vadia. Não! Não! Porque ela só se liga a um tipo de substrato. E se faz favor, não retirar todo o carácter romântico que atribuí a esta teoria. Foquem-se no que importa.

E deixem… Encontrem. Não mudem. Não se consumam.

“A vida não está à nossa espera em parte alguma,está a acontecer-nos. Não se encontra no futuro como uma meta que temos de alcançar, está aqui e agora, neste momento, no nosso respirar, na circulação do sangue, no pulsar do coração.” – Osho, mestre hindu.

See you around,

Pandoritah

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s

Powered by WordPress.com.

Up ↑

%d bloggers like this: